Produtos

Gado Jersey
A Fazenda Jequitibá tem como vocação a produção de leite, por isso, desde julho de 2013 iniciou o desenvolvimento de um projeto de produção de leite de vacas da raça Jersey no sistema de pasto rotacionado. Inicialmente foram adquiridas 25 novilhotas da raça e estão sendo inseminadas no mês de dezembro.
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Galinha caipira

As pessoas estão cada vez mais exigentes quanto a alimentos saudáveis e livres de substâncias químicas exógenas que poderiam alterar a fisiologia do corpo e induzir ou contribuir para instalação de doenças. O consumo de carne de frango e de ovos faz parte da dieta dos brasileiros, e desde 2006 a carne de frango é a carne mais consumida no país (OLIVEIRA, 2011). O consumo mundial de carne de frango vai superar a carne suína (carne mais consumida no mundo) em 2020, atingindo 124 milhões de toneladas no fim desta década, enquanto o consumo de suínos chegará a 123,4 milhões de toneladas.  A diferença deverá ser ainda maior em 2022, quando é previsto pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico - OCDE e pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura - FAO que o consumo de carne de frango atinja 128,3 milhões de toneladas e o de carne suína fique em 126,5 milhões de toneladas.

Pessoas mais exigentes e preocupadas com a saúde exigem alimentos saudáveis e livres destas substâncias nocivas. É nesse momento que a carne de frango caipira e ovos de galinha caipira desempenham um papel importante na mesa dos brasileiros.

A galinha caipira surgiu no Brasil, antes do descobrimento, trazida pelos Corsários ou mesmo os Portugueses (GESSULLI, 1999). Este tipo de criação induz à ave procurar seu alimento e selecioná-lo, bem como o meio em que vive produz maior resistência a doenças e também o bem estar, pois a ave tem liberdade de espaço para exercitar sua índole e características naturais peculiares.

 

Ovos de Galinha Caipira

O peso do ovo e a porcentagem de gema aumentam com a idade da ave, enquanto a casca e a clara diminuem. O tempo de armazenamento também influi no peso do ovo e nas proporções dos seus componentes, da mesma forma que a temperatura ambiente elevada diminui o peso do ovo.

Os ovos das galinhas caipiras, embora não obedeçam a um padrão de tamanho, coloração da casca e peso, devido à grande diversidade genética das aves, também se diferenciam dos ovos de sistemas altamente tecnificados pelo sabor e consistência da gema. Além de mais consistente, a gema é mais escura e rica em algumas vitaminas.

Nos sistemas atuais, merecem mais cuidado a forma de acondicionamento e a idade dos ovos. Estes geralmente estão fertilizados e podem desenvolver o embrião a partir de 32º C, por isso devem ser mantidos em lugares arejados e a venda ou consumo deve ser realizado antes dos 30 dias (EMBRAPA).

                Alguns criadores de galinhas incluem na alimentação delas corantes (exemplo sementes de Urucum) que alteram a coloração da carne e dos ovos (BARBOSA et al, 2007). Este processo altera, sobremaneira, a naturalidade do produto. A Fazenda Jequitibá tem o cuidado de deixar as aves totalmente ao natural, por isso não adota esta prática, pois a coloração dos ovos fica artificial, já que a melhor característica dos ovos de galinha caipira é o fato de ser 100% natural, livre de quaisquer interferências do homem.

                O brasileiro possui um paladar especial e por isso a mesa sempre é farta em sabores variados. Os hábitos alimentares do brasileiro é muito peculiar, principalmente quando se compara com o resto do mundo. Dizem os especialistas que nossa alimentação é muito completa, quando inclui o arroz e feijão como alimentos principais, entretanto a presença do ovo atiça qualquer um, afinal os componentes nutricionais contidos nele deixa-o também no topo da preferência da população. Quando se fala de ovo de galinha caipira na mesa atinge quase unanimidade de preferência. Um dos pratos genuinamente brasileiro é constituído de ovo frito e arroz branco e se a gema estiver ligeiramente mole melhor ainda quando ela é misturada ao arroz conferindo a coloração de “arroz amarelado”.

 

Referências

UCHOA, D. Jornal do Comércio, Porto Alegre, sexta-feira, 12 de julho de 2013http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=126444, Acesso às 20h59.

GESSULLI, O. P.  Avicultura Alternativa: caipira “sistema ecologicamente correto” que busca o bem estar animal e a qualidade do produto final”. Porto  Feliz: OPG Editores, 1999. 218 p.

OLIVEIRA, C.A.O. A Dinâmica da Estrutura da Indústria de Carne de Frango no Brasil.Dissertação de mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Agronegócio da UFRGS, 2011

SILVA, R.D.N., NAKANO, M. Sistema Caipira de Criação de Galinhas, Piracicaba, SEBRAE, 1998, 110 p.

BARBOSA, F.J.V et al., EMBRAPA –Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.Sistema alternativo de criação de galinhas caipiras. Sistema de Produção 04, ISSN 1678-0256, Julho, 2007
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Leite de vacas Jersey
O leite de vacas Jersey possui mais sólidos quando comparado ao leite de vacas holandesas ou cruzadas (Girolando), por isso é um leite diferenciado e a quantidade de sólidos favorece o rendimento na produçãos de alimentos derivados
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A Fazenda

A origem da Fazenda Jequitibá

Desde a década de 1960, quando criança e vivendo em Itapagipe MG, fomos contaminados pelo amor à natureza. No final dos anos de 1960 íamos de vez em quando na fazenda do vovô e deliciávamos com o aroma da terra molhada e da vegetação ao redor da casa. Toda manhã, pendurados na cerca do curral, esperávamos ansiosamente a caneca de leite recém ordenhado. Os anos se passaram... Em fevereiro de 2005 (quarenta anos depois) o sonho se realizou. quando adquirimos uma gleba às margens da Ligação 798 próximo ao bairro rural de Santa Rosa no município de Uberaba MG.  Não estava no nosso projeto uma área simplesmente para "passar os finais de semana" como lazer. Imaginávamos construir uma fazenda produtiva e o nosso lazer seria fazer a terra produzir e harmonizar a vida diária com a natureza, sem o romantismo do homem urbano que procura o sossego da fazenda. Imaginávamos fazer da produção o lazer diário. 
Por isso registramos a marca "Jequitibá - Alimentos Naturais".
Como o projeto era antigo, desde há muito já fazíamos as mudas das árvores que hoje enfeitam o pomar e o jardim da fazenda.
A área era constituída de pastagem degradada e sem nenhuma benfeitoria apresentando muita erosão de solo e sem proteção dos cursos d´água e nenhuma mata ciliar.
No dia que fomos inspecionar a terra para compra (janeiro de 2005) seguimos com o vendedor o perímetro da gleba e em dado momento nos deparamos com uma árvore gigantesca. Esta árvore é visualizada de qualquer lugar no sítio, pois ela possui altura de algumas dezenas de metros. É soberba, imponente e seu tronco e raízes se estabeleceram de tal maneira naquele solo que mais parece parte dele. É sem dúvida a rainha que “governa” tudo ali. No momento que passávamos sob sua sobra imaginamos: se conseguirmos comprar este chão lhe daremos o nome de “Fazenda Jequitibá” em homenagem a esta árvore monumental que “abraça” carinhosamente toda a natureza pungente do lugar. Isso aconteceu!

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Curiosidades

Tucano
Na Fazenda Jequitibá é possível admirar a beleza de vários pássaros. Entre eles destaca-se o tucano.

O tucano  é uma ave da família Ramphastos. É muito conhecido por seu enorme bico (chega aos 20 cm). É uma ave muito bonita que causa admiração aos olhos de quem o vê. Diferentemente do que se acha, o bico do tucano não é pesado, pois é composto de tecido ósseo esponjoso, portanto não atrapalha o equilíbrio de seu corpo. Para dormir, o tucano leva a cauda até a cabeça e oculta o bico.

O tucano mede cerca de 65cm, fora o bico. 

Existem 40 espécies catalogadas de tucano sendo as diferenças entre elas bem pequenas, somente na cor do bico, das penas e no tamanho. Quanto ao peso, o tucano chega a 520 gr.

Os tucanos se alimentam de frutos que encontram na natureza e quando estão com muita fome comem até insetos e filhotes de outras aves. Na Fazenda Jequitibá as amoreiras e as bananeiras são as preferidas deles. O bico do tucano ajuda na alimentação, já que facilita a quebra de cascas de frutos mais rígidos e ajuda na mastigação de alimentos.

Na época da reprodução, a fêmea bota cerca de quatro ovos e a incubação demora cerca de 20 dias, período no qual o macho alimenta a fêmea, que fica chocando os ovos. Os ninhos são construídos em árvores. Os filhotes vivem nos ninhos até crescerem um pouco, quando começam a voar. Tucanos não são animais migratórios. Podem viver cerca de 40 anos.
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Canário-da-terra
O canário-da-terra-verdadeiro ou canário-da-terra (Sicalis flaveola) é uma espécie da família  Emberizidae  Originário da  América do Sul.

Os filhotes são da cor cinzenta, independente do sexo. Quando adultos, os machos têm cor predominante amarela, principalmente na cabeça com tons avermelhados, e as fêmeas não mudam muito, ficam com um tom cinzento amarelado. Os machos podem brigar entre si por fêmeas – que normalmente atiçam as brigas – até à fuga de um dos canários. A alimentação é tipicamente constituída de sementes de gramíneas nativas em geral (nunca será visto comendo pão ou restos de comida como um pardal) ou alpiste e painço em cativeiro. Alcançam um tamanho de 13,5cm. 

O canário-da-terra faz ninho, na natureza, em cavidades, chegando a utilizar frequentemente, ninhos abandonados, cabaças, coités, bambus pendurados com entrada adequada ao seu tamanho. Há referências a ninhos colocados no telhado das casas. São muito agressivos na defesa do ninho, chegando a atacar aves maiores que dele se aproximem. 

Por ser um pássaro nativo do Brasil, é necessária uma licença do IBAMA para a criação em cativeiro.
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Mutum
O Mutum-de-penacho (Crax fasciolata) é um cracídeo encontrado no Brasil, Paraguai e Argentina.

São, atualmente, reconhecidas três subespécies nesta espécie: Crax fasciolata fasciolata, Crax fasciolata pinima e Crax fasciolata grayi, que se encontra no Leste da Bolívia. Os mutuns-pinima vivem em florestas tropicais húmidas, semicaducifólias e de galeria, bem como na orla de matas e em praias, sendo vistos, nestas últimas, principalmente de manhã cedo ou ao fim da tarde.Na Fazenda Jequitibá são encontrados em bandos de até doze aves de várias idades nos meses de outubro a janeiro. Nesta época do ano procuram alimentos juntamente com as galinhas caipiras criadas na fazenda.
Identificação:

Existe dimorfismo sexual. Os machos têm uma crista de penas negras e enroladas, a cera (base do bico) amarela e a plumagem predominantemente negra, com a região abdominal e cloacal de cor branca, tal como na extremidade das penas caudais. As fêmeas apresentam uma crista de penas brancas e negras, plumagem negra na região dorsal marcada por estrias de cor clara e penas de cor castanha no abdômen e na região cloacal. Os machos das três subespécies reconhecidas nesta espécie não apresentam diferenças notórias, ao contrário do que sucede com as fêmeas, que se distinguem, principalmente, com base na tonalidade da região ventral, na extensão e tipo de estrias e na quantidade de branco na crista.

Hábitos:

Procuram alimento no solo. Vivem solitários ou em casais. São, aparentemente, sedentários.

Dieta:

Alimentam-se principalmente de frutos, mas também de flores e sementes.

Reprodução:

A época de nidificação decorre de Novembro a Dezembro. O ninho é construído nas árvores, com ramos e folhas, e ambos os sexos participam nesta atividade. A postura é de dois ovos, cuja incubação dura 30 dias e é realizada apenas pela fêmea. As crias abandonam o ninho precocemente, neste caso imediatamente após a eclosão; depois, começam a alimentar-se sozinhas, mas seguem a mãe até serem independentes.

Estatuto de conservação e principais ameaças:

Esta espécie não está globalmente ameaçada (segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza). A caça e a destruição do seu habitat constituem os seus principais fatores de ameaça.
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